quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Bom dia Meu Senhor. Ainda ando em roupão.



Quero ver essa mama. Mesmo plano.
Apenas a alça em baixo e a mama nua.



Gosto de saber que Te agrado meu Senhor. Faz-me feliz.
Poderá considerar-se um progresso no meu caminho?
Tecnologia… Sempre com a tecnologia na cabeça… E desta vez o dispositivo ficou muito bem conseguido. De tal maneira que foram vários dias seguidos de intenso prazer.

Imaginem-Me sentado no escritório, dividido entre reuniões, emails e análise de documentos. Imaginem o que os empregados imaginaram: Um patrão dedicado. Imaginem o que Eu andei a fazer: A comandar e a controlar a menina à distância.

Como? Através do Meu último M__Device. Eu descrevo. Pode parecer complicado mas é tudo muito simples. Um módulo GPS/GSM ligado à Minha última geração de ‘caixinha de choques’ que por sua vez se liga a um eléctrodo colocado, melhor dizendo, bem apertado sobre o clítoris. E sobre esse eléctrodo um minivibrador daqueles usados nos telemóveis. Tanto a electroestimulação como a vibração são por Mim comandadas via GSM.

Por SMS mandei a menina para determinados locais e por GPS/GSM ia seguido a sua posição a cada momento.

Sempre que ficava satisfeito ou quando a pretendia envergonhar publicamente ligava o vibrador e quando não estava a gostar corrigia-a com electricidade. Noutras alturas e por pura crueldade ou castigo usava níveis mais elevados de electricidade… durante muito mais tempo.

As variantes são interessantes pela capacidade que possuo em saber se a menina está parada ou em movimento e a que velocidade aproximada se move… tudo isto enquanto estou confortavelmente no escritório a trabalhar… melhor dizendo, a fingir trabalhar.

Imaginem: Dez voltas ao quarteirão de táxi… quatro voltas a pé em torno do Columbo… A Rua Augusta percorrida muito, muito devagar passo-a-passo, sem nunca parar… Uma hora de pé parada numa esquina do perto do Técnico… Mandada esperar meia hora à porta de uma esquadra da PSP depois de beber duas garrafas de litro e meio de água… Na banca dos jornais a comprar revistas masculinas com o vibrador ligado...

Adoro isto...

Será que sou sádico?

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Dor e prazer - II

O BDSM é acima de tudo uma relação de respeito e cumplicidade. ki sente que essas são duas das pedras angulares do que dá e recebe do seu Senhor.

A cada momento o Senhor ensina-lhe o caminho para novas fronteiras e ki sente-se absolutamente Sua a cada passo que dá.

Quando a fronteira é a dor esta escrava tem alguma dificuldade em perceber-se e em apreender de onde vem o prazer. Mas é inegável que o sente. E a dor deixa de o ser e passa a ser bem vinda.

É mais fácil tentar perceber o prazer depois. Enquanto está entregue a sentir, ki prefere não racionalizar ou tentar perceber, limitando-se a discernir as emoções como as recebe, como dádivas permitidas pelo seu Senhor. Passado algum tempo, geralmente não é um processo rápido e ki necessita de acalmar e simplesmente estar para voltar a pensar 'direito', a escrava começa a conseguir olhar para dentro e ver como gostou, mas nem sempre vê porque gostou.

É Dele que vem a dor e o prazer. Na medida em que o Senhor decide e quando o Senhor decide. E ki confia. E nessa confiança entrega-se para prazer do Senhor. Deixa-se ir e apenas sente. E nessa entrega descobre o sublime prazer de O servir.

ki experimentou ontem novas formas de dor. ki sabe que gostou porque... deseja repetir :)

Esta escrava sente-se numa viagem para fora do corpo, num caminho espiritual de trabalho e transformação. Um trabalho de auto-conhecimento em busca da verdadeira ki, algo que lhe é oferecido pelo seu Senhor. Algo que agradece e ao que espera e deseja corresponder.

ki reconhece para si apreciar a dor, uma dor com significado, finalidade e amor. É em servir o Senhor que encontra o contexto da dor que sente e transforma em prazer.

«May you know the serenity of letting go in helplessness, and the joy of exercising control. In all willed acts of Acceptance and Love we find ourselves as gods.» - In Love under Will (by Raven Greywalker)

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Vai para ali – Disse-te apontando para o celeiro. Entra e espera por Mim lá bem no meio. Despe-te e fica de pé. Apenas calçada. Eu não devo demorar muito.

Gosto sempre de te fazer esperar. Dá-Me prazer saber que estarás a pensar no que serão os teus próximos momentos... a imaginar o que te poderá vir a acontecer… Apenas para constatar que te enganaste… que Eu te ‘troquei as voltas’. Adoro isso. No meio do celeiro estão as traves e, claro está, pensaste que Eu te iria suspender. Até estavas com aquele sorriso de tesão que acompanha o teu estado de ‘molhada’ sempre que as cordas entram em cena.

Mas…

Irei estar sempre afastado de ti. Nunca a menos de dois metros de ti. Vais apanhar forte com o chicote. Apanhar como nunca apanhaste. Apetece-Me açoitar-te da maneira como nunca o fiz. Hoje apetece-Me ser verdadeiramente mau.

E não irei impedir que fujas.

Assisti ao teu ar incrédulo e, mais uma vez, isso deu-Me um enorme prazer.

Julgas que irá ser assim tão fácil?

E em poucos minutos estavas rodeada pelas brasas de carvão ainda bem incandescente que tinha servido para o churrasco. Tinha a certeza que não irias conseguir saltar por cima.

Descalça-te Minha Querida.

dor e prazer - I

A restrição de movimentos com cordas é algo que agrada muito a ki. Gosta do cheiro, do som e, especialmente, do toque das cordas.
No Caminho que o seu Dono e Senhor escolheu para percorrerem J/juntos, o shibari tem um lugar especial. Porque Ele assim o decidiu e o Seu brinquedo agradece-Lhe por isso :)

Quando está envolta nas cordas sente-se embalada, quente, confortável e protegida. Mas, às vezes, no momento em que está a sentir, ki tem alguma dificuldade em perceber-se. Perde-se geralmente no sentir e não pensa muito. Se lhe perguntarem, nem saberá sequer dizer em que pensa.

Por isso, hoje, com algum distanciamento e as emoções mais calmas, quer pensar e dizer ao seu Dono o que sente.

Sabe que se concentra no som e nas sensações por isso gosta de estar vendada. Sente-se como que em meditação e a privação da visão contribui para esse 'deixar-se ir'. Quando não está efectivamente vendada, está vendada pela vontade do seu Dono e mantem os olhos fechados. Amarrada e vendada ki sente a sua condição. E isso agrada-lhe. Muito :)

Tira prazer do mais leve roçar das mãos do seu Dono em qualquer parte do corpo, mesmo que acidental. Os momentos em que Ele toca no Seu brinquedo fazem-na perceber onde está. Arrepios percorrem-na quando a respiração ou os lábios do seu Dono se aproximam um pouco mais do corpo que é Dele.
O seu Dono e Senhor faz magia :) Ilumina-a. Por dentro. Não sabe se se vê por fora, mas sabe que sentiu exactamente isso quando, enquanto a amarrava, Ele permitiu-lhe sentir o toque dos Seus lábios nos dela. Não estava vendada mas não abriu os olhos. No entanto, sentiu-se inundar por uma luz que a ofuscou, como quando Ele lhe permite abrir os olhos, depois de ter permanecido vendada.

Quando não a toca, ki tenta apenas adivinhar a Sua posição exacta e quão próximo estará, através do som da Sua respiração.

Gosta tanto de ouvir a Sua respiração como de O ouvir falar-lhe. Excita-se só de O ouvir.

Quando chega o momento em que a tortura, ki já está perdida: perdida e molhada, completamente molhada :) A partir daí já não é capaz de definir algo que lhe desagrade. Cada sensação contribui para a excitação deste brinquedo, especialmente o sentir do prazer do seu Dono e Senhor.

Nesses momentos, a forma como a agarra, o que lhe diz, tudo o que lhe faz, contribui para a espiral de prazer que sente ao servi-Lo.
ki não acha que seja masoquista, de todo. Mas não pode negar, que o Caminho que começou a percorrer pela mão do seu Dono - e que lhe dá tanto prazer - implica dor. Uma dor que o seu Dono introduz cuidadosamente de formas que ki tem conseguido gerir. Uma dor que, embora esta menina não o perceba bem, também parece fazer parte do prazer que sente e que lhe é permitido.

Ele Domina-lhe o corpo e, sobretudo, a Alma e faz com que se sinta Sua propriedade e ki agradece a sorrir porque é assim que se sente completa: sendo Sua.
:)

domingo, 24 de agosto de 2008

esses pensamentos... provocantes e desviantes... começo a gostar de os ler e de me imaginar a participar nas Tuas "viagens" alucinantes, porém... excitantes...

agrada-me a ideia dos bicos dos pés... o desconforto induzido... hummmm... mas claro que é essa a razão! tão claro que é para mim. o Teu sado/prazer!

arrepia-me só de pensar nestes mamilos apertados por esse clamp japones... És tão malévolo Senhor!

gosto de posições com algum desconforto...
mas o desconforto não tem que necessáriamente implicar uma dor assim... será que eu aguento?
fita adesiva larga? e uma mordaçazinha? boa?

és tão requintado na malvadez... porque é que eu gosto de Ti, apesar disso?

ainda não consegui responder a essa questão... o que também não me preocupa... passa a ser uma questão de fundo, um pormenor do cenário a ser ainda descoberto. porque é verdade que esta é uma viagem à descoberta de mim... desse outro lado da minha sexualidade e até dos meus afectos, que me tem agradado bastante. é também um exercício de descentração do eu, descentrar-me do meu prazer para me focar no Teu prazer... descentrar-me da minha dor, para me centrar no Teu prazer... uma viagem no meu auto-conhecimento! Agradeço-Te por me permitires esse caminho... esse meu desenvolvimento interior. Até onde? Eis a questão!

Lembrei-Me de quanto gostas de estar calçada com uns sapatos bonitos enquanto Eu Me satisfaço contigo. Eu gosto de te ver de sandálias. Fica tudo muito bonito e tu ainda contribuis mais para o glamour pintando as unhas com cores igualmente bonitas.

Gosto de ver uma mulher em bicos de pé. Gosto de ver o pé arqueado. Terá isso a ver com o desconforto induzido? Será essa a razão? Um dia ainda terei de descobrir.

Mas como obrigar-te a estar em bicos o tempo que Me apeteça enquanto te saboreio e tenha prazer? Ahhh… aquela argola metálica presa ao tecto. É verdade… essa argola de múltiplas utilidades. Duas fitas de cabedal presas à argola… e na outra extremidade de cada uma delas um clamp japonês… aqueles que quanto mais se puxam mais apertam e por isso não se escapam tão facilmente como as molas de roupa. E qual o destino desses clamps? Guess? Esses mamilos deliciosos que Eu tanto gosto de ver, tocar, chupar e apertar.

Terias de te manter em bicos para evitar a dor crescente nos mamilos. Postura interessante e tanto do Meu agrado. O tempo que Me apetecesse.


Claro que as mãos estariam bem amarradinhas atrás das costas...

E não te preocupes com o barulho… A fita adesiva preta e larga está sempre à mão para te amordaçar.
Sabes que tens de aprender a sofrer para Mim… Devious, isn’t it?