sexta-feira, 31 de outubro de 2008


A luz, as cordas e a sensualidade. O teu cheiro. Esse cheiro que também Me pertence...

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Good morning Master.

this slave woke with a huge smile, feeling as if it had been woken from a slumber that has lasted for over two years. this girl is so very, very grateful to have been well used by such a talented, caring and instinctive Master.

Your entire body is still throbbing, Your cunt is still wet and every nerve is tingling with sensation, it has taken all this girl's willpower not too touch it this morning. this girl can not wait to get work and the language class over so that she can respectfully ask Your permission to touch Your body and cum. this slave does not however want You to think that it takes Your permission for granted.

Thank You for a wonderful night Master. this slave wishes You a very good day.

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terça-feira, 21 de outubro de 2008

O Senhor torna a submissa escrava e, ao fazê-lo, torna a escrava masoquista. O Senhor manda a escrava tirar prazer da dor que Ele lhe provoca, e ela consegue, porque é esse o seu dever, é essa a sua ambição. Tudo aquilo que o Senhor lhe oferece tem de ser aceite e vivido com prazer, sejam acções fáceis ou difíceis.

O Dominador torna-se Senhor aceitando a escrava e, ao fazê-lo, sente o prazer de viver momentos de sadismo, sem se tornar sádico, porque embora obtenha prazer em provocar dor na escrava, essa sensação nunca é sádica, é simplesmente o resultado de uma eficaz Dominação.

A submissa já tinha sentido algumas cenas de puro sadismo mas, nunca se tinha sentido masoquista nas mãos de um sádico, nunca tinha passado a barreira da submissão, muito associada ao aguentar, ao suportar, ao estar, ao obedecer, sendo a maior parte das vezes, com o propósito de, no fim do sofrimento, receber uma recompensa, fosse ela sexual ou, simplesmente, afectuosa.

O Senhor conseguiu que a escrava passasse a barreira do simples obedecer, ela obedece mas, ao mesmo tempo, torna-se flexível e dócil, há medida que o Senhor a tortura com a chibata, lhe bate com o cinto, a amarra com cordas, controla a sua respiração, a priva de usar os seus sentidos, lhe ordena que vá para o chão, lhe puxa os cabelos e a enche de ternura.

Vai moldando-a e disciplinando-a, como um Mestre, guiando-a através do toque ou da voz, fazendo acontecer um momento quase perfeito, composto pela submissão dela e pela dominação Dele, onde A/ambos obtêm prazer.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008


Nada a fazer. Apenas esperar. Sem saber o que irá acontecer.
E no chão... entre as pernas... o resultado desse estado...

Calmamente olho por ti

O prazer dá-se e recebe-se... num mundo que é o Meu e muito Meu.
Um universo de cores brilhantes e muito à frente dos tons cinzentos da vulgaridade.

Tenho esse privilégio.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008


Tempo de abandono. Tempo de Entrega. Tempo para apreciar.
...e escorrer de prazer...

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Há quem diga que o masoquista sente, simplesmente, prazer com a dor. No meu caso a capacidade de transformar a dor em prazer não está nas minhas mãos mas, na vontade que o meu Senhor tem que isso aconteça, bem como, do prazer que Ele próprio consegue obter do acto de administrar dor. Dor em BDSM verdadeiro não é dor, deverá ser sempre prazer.

Para que não seja só um acto de puro sadismo é necessário construir uma espiral erótica de sentimentos complementares. Há uma grande diferença entre suportar um sacrifício, aguentar por orgulho, estar desejoso que o sofrimento acabe, e estarmos completamente ausentes de pensamentos e de sentimentos de dor, perdermos a noção da intensidade, do tempo e do espaço, de nos sentirmos completamente entregues nas mãos de um grande Senhor, onde não temos de nos preocupar com nada, só temos de deixar fluir quando e como Ele quiser.

Este estado de ausência, esta chegada ao Paraíso, faz-me sentir purificada, renovada e completamente liberta. Sinto-me a chegar a um Mundo perfeito, onde não há dúvidas, nem recriminações, nem castigos, nem segredos, nem humilhação, há simplesmente, vontade de viver, e de sentir, a forma plena de estar de dois seres complementares.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

...Mais importante que gostar de Si é admirá-Lo.

O início da viagem, ao Paraíso do meu Senhor, começou com a colocação de uma venda. Depois deixei-me guiar pelas suas mãos, perdendo a percepção de onde estava, bem como para onde ia. Uma madeira nas costas, os braços levantados e presos ao nível da cabeça, foram o bastante para começar a doce tortura. Não sei quais mas, ia sentindo os diversos objectos que me tocavam, sempre de uma forma correcta e certeira, alternando de intensidade, ora de mais, ora de menos, aumentando a minha excitação e vontade de ficar ali para sempre, perdendo-me.

Os actos ficam confusos, mas as sensações não. O corpo começa a aquecer e debate-se com a dor que se transforma em prazer, contrai-se da cabeça aos pés para receber cada batida, cada apertão, para de seguida se deixar descontrair, sentido o prazer que daí tira e, por mais estranho que me pareça, por mais duro que seja, espero calmamente o passo seguinte.

As tiras que me prendiam os pulsos foram cortadas, percebendo então que eram abraçadeiras e, quando estas, deram origem a pulseiras de couro, a sensação de conforto foi muito boa, passando de seguida para uma posição que me agrada muito, presa com os braços para cima, sentindo-me completamente exposta, completamente à Sua mercê.

Ouvia barulhos de correntes. Por momentos fiquei sozinha, em silêncio. Senti inesperadamente uns choques e umas molas nos mamilos muito fortes, quase me fazendo sentir que não aguentava mas, nesse momento difícil, também senti a mão do meu Senhor que neutralizou a dor, fazendo-me acalmar e aguentar de uma forma dorida mas, ao mesmo tempo boa.

A excitação e o desejo iam aumentando proporcionalmente ao desespero e, a presença do meu Senhor, encostando-se a mim, fez-me sentir que Ele também estava a ter prazer.

Soltou-me, libertou-me e passei os momentos seguintes alternadamente no chão, ora sentada, ora deitada, ora puxada pelos cabelos, levada nem sei bem para onde, encostada a uma parede, perdida em momentos eróticos e sensuais, esquecendo-me de mim, impedida de pensar, consumida por uma ausência de ser, envolvida numa ânsia de sentir.

Aos poucos fez-me voltar à terra, de uma forma tão suave que nem me apercebi e encontrei-me no seu colo recebendo mimos e carícias, ouvindo a Sua voz meiga e calma, dando-me a entender que tudo, mesmo não sendo, parecia perfeito.

... que bom. Que necessidade sinto de Lhe agradecer.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008


Certo dia em reunião de administração:

- Mas afinal para que servem aquelas argolas lá na sala do fundo?
- Uhr... ... Servem para instalar um sistema para a aferição do alinhamento de um equipamento de navegação áerea. Daquele em que trabalhei em tempos... ...

meaning: Servem para para manter no lugar umas meninas masoquistas que gostam de apanhar a sério... Com o chicote e com as caninhas e réguas. E também com a mão. As masoquistas e aquelas que dizem que não são mas que Eu não acredito no que dizem. Dá também para as manter sem grandes movimentos enquanto as torturo com outros instrumentos. Presas pelas mãos, pelo pescoço e pelos cabelos. E aquelas que não merecem o Meu esforço ficam só penduradas. Estacionadas e humilhadas. A reflectir.

meaning too: Nem sei que sistema é esse. Nem nunca trabalhei em algo minimamente parecido.