quarta-feira, 30 de setembro de 2009

terça-feira, 22 de setembro de 2009


Imagem de um caminho rigoroso e complexo.
Necessário para Mim. Importante para ti.
Eficaz no seu todo. Restritivo e apaixonante.
Um desafio que agarro nas Minhas mãos.
As mesmas que te acariciam. As que te agarram no abraço envolvente.

domingo, 20 de setembro de 2009

deito-me imaginando-Te a manietar-me e usar-me... presa pelos pulsos ao tecto... Como me excitas Senhor. Um beijo na Tua boca para Te desejar uma boa noite.
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Interessante imagem. Que ela evolua para algo shibariante...os tornozelos também presos ao tecto numa deliciosa suspensão. E depois para algo inesperadamente mais BDSM: Dois pesos presos aos mamilos por umas finas correntes metálicas cujo comprimento apenas permite que os pesos toquem levemente numa folha metálica colocada no chão por debaixo de ti e ligada ao aparelho de electricidade. Talvez consigas redistribuir o peso de forma a evitar o contacto. Ou talvez não...
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E como seria quando te afastasse as pernas e te enfiasse o pau duro? Mais difícil de evitar os choques? Ou a experimentar o tão necessário exercício de associar prazer à dor e dessa forma obter ainda mais prazer? Sem que tivesses alternativa… Como vem sendo habitual.
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Bons pensamentos.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009


O momento é especial e N/nós somos especiais. O passo é significativo. E é N/nosso.

domingo, 6 de setembro de 2009

ela estava sentada à Minha frente bem amarrada à cadeira. Finalmente podia ver-Me. Olhava-Me com um ar de má enquanto os seus olhos se habituavam à luz deste Meu anexo. Tinha estado vendada durante bastante tempo e embora a luz não fosse muita sentia-se incomodada com a luminosidade. Estava contrariada e confusa.
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-Bom dia Minha Querida. – disse-lhe com uma voz doce acompanhada de um sorriso.
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ela fez questão de manter aquele semblante torcido tão característico destas ocasiões.
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- Sabes, Minha menina, essa tua expressão… só Me deixa com mais vontade de ser ainda mais mau contigo. Não quero ouvir uma palavra. - Este aviso era desnecessário já que tinha a certeza que ela conhecia bem as regras.
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Trouxe para perto a nova mesa com rodas dedicada à Minha mais recente criação em electroestimulação. E os respectivos acessórios. Preparei algumas coisas, testei os aparelhos e liguei os fios. Fui rápido e em pouco tempo estava preparado para apertar o primeiro clamp no mamilo. Gosto sempre de começar pelo lado direito.
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ela rodou o torso para evitar o contacto do clamp com o mamilo e o estalo não se fez esperar. Da direita para esquerda e com a Minha mão direita. Assertivo e forte. Não estava com vontade de fazer lhe festas e o impacto deixou-a bastante cooperante.
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Não faltou muito para que ambos os clamps estivessem colocados e bem apertados. A juntar à electroestimulação tinha a certeza que a dor do aperto nos mamilos a começava a induzir na direcção certa. Hoje não haveria vendas mas em contrapartida uma ballgag de dimensão acima da média estava a ser colocada e bem apertada atrás do pescoço. Talvez mais um furo – pensei – e depois coloquei o resto da ponta de cabedal na presilha como tanto gosto de fazer. Aprecio as coisas arrumadas.
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Ocorreu-Me, entretanto, que a ballgag além de bastante incómoda iria também garantir que a menina se babasse abundantemente. E logo de seguida pensei em dar um bom uso a esse líquido: Aumentar frequentemente a condutividade dos eléctrodos nos mamilos. - Hummm, tão desviante – pensei para Mim mesmo.
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Sentei-Me confortavelmente em frente do Meu objecto de prazer, reuni os papéis de trabalho e preparei o telemóvel. Tudo pronto para a tarde de trabalho.
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À medida que os assuntos iam sendo tratados os botões do comando à distância iam sendo premidos. Um botão destinava-se aos assuntos que Me davam satisfação e outro dedicado aos que Me irritavam. Ainda outro aos que Me chateavam e um último aos que Me desagradavam profundamente. Claro que cada botão tinha uma intensidade e uma duração de impulso própria. Tinha também a possibilidade de aplicar o impulso no mamilo direito, no esquerdo ou em ambos. Dependia do que Me apetecesse. Como sempre, claro.
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Por vezes deixava-a ver o comando e até permitia que visse o botão que ia carregar. Noutras a surpresa era total. Às vezes a conversa parecia evoluir de forma desagradável mas milagrosamente recompunha-se. ela suava. Sentia isso à distância. O odor tão característico.
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Olhava-a sempre com doçura e apaixonado. Com um sorriso querido. Nada de misturar os negócios com a vida afectiva.
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As expressões faciais iam mudando com o tempo. Às vezes estava doce e suplicante, outras agressiva e possuída. Seria ódio? Esses sentimentos contraditórios são bons para fortalecer a Entrega. Custam no momento mas fazem tanta falta quando não existem de tempos a tempos. Afinal quem é que se entrega ao prazer do outro de forma agradada como se fosse O brinquedo? O mais importante de todos os brinquedos e o único que realmente interessa.
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A ballgag cumpria os objectivos quanto ao descontrolo salivar e estimulava-Me visualmente mas estava a tornar-se ingerível para ela. Eu sabia bem onde estavam os limites e muito raramente havia a necessidade de uma ‘safe-action’ por parte da menina. Retirei a ballgag e distribuí pelos clamps e mamilos toda a saliva que então jorrou da boca.
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E continuei. Ainda havia mais uns assuntos para tratar. Óptimo.
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Sorriu, chorou e suplicou com os olhos. De tudo um pouco aconteceu. Mas como uma boa menina por Mim educada não abriu a boca para proferir uma única palavra. Nada. Cumpriu em silêncio as regras. Em silêncio e em sofrimento. Em desespero. Linda menina.
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Como recompensa levei-a a jantar naquele local delicioso em Constância. Eu comi o Caril de Gambas da ordem. Bebemos vinho tinto e rimos bastante. Depois fomos namorar à beira-rio.
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- Gosto de coisas duras. Para ser, têm de ser a sério – disse-Me ela com aqueles olhos bonitos.
- Claro!
- Desejava fazer Amor Consigo. Permite?
- É o que quero também. V/vamos.

sábado, 5 de setembro de 2009

É verdade que muitas vezes piso a linha. Faço-o sempre de forma consciente e ponderada para depois ficar a avaliar cuidadosamente as reacções. E ao mais pequeno sinal desfavorável afasto-Me da linha cinzenta que nesse momento se torna laranja a caminho do vermelho.
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Dependendo da reacção poderei recalibrar a posição da linha ou pura e simplesmente abandonar o jogo. Gosto destas incursões ao terreno que é normalmente proibido aos outros. Adoro este consensual não consensual.
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É claro que tenho a Minha própria consciência do posicionamento da linha vermelha. É para Mim absolutamente claro onde está o limite a partir do qual corro o risco de prejudicar. E ao fim de algum tempo de envolvimento cuidadoso também reconheço onde está a fronteira entre o agradável e o desagradável, entre o conforto e o desconforto. Tiro muito prazer desta aprendizagem, uma dança a D/dois. Entrar na cabeça de alguém que se entrega consensualmente é absolutamente fascinante mas fazê-lo sem o recurso à manipulação comum é de uma elevação sublime.
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Sinto que Sou olhado com admiração e respeito crescentes. Com confiança. Abrindo caminho para uma entrega cada vez mais completa.
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Uma carta fora do baralho? Dizem-Me que sim.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009


Tortura deliciosa. Não sei Q/quem se excita mais...

terça-feira, 1 de setembro de 2009

- Com os bicos bem presos à argola do tecto com uns clamps fortes e não deslizantes, as mãos amarradas atrás das costas e os tornezelos juntos com fita adesiva não terias outra alternativa senão ficares quieta. O cinto para aquecer, a cana para Meu prazer e a antena para te testar… para brincar com os limites. Só cordas e shibari? Não! Nada disso. Por aqui há muito mais.
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- Aí Senhor… e se esta escrava se desequilibrasse só presa pelos mamilos? Nem uma cordinha?
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- Isso tu não sabes se há. O jogo é sério e duro. tu não vais cair. Certamente não Me desejas desagradar.