terça-feira, 23 de outubro de 2012


Cordas…

Não é apenas o desafio da técnica, a beleza das construções ou a arte para ser vista ou vivida. Atar é por si interessante mas insuficiente. Tenho a necessidade de introduzir uma certa linguagem sádica que a Mulher verdadeiramente submissa tão bem entende.

Quando a liberdade dos movimentos é retirada, quando a submissa renuncia e se vê exposta, vulnerável e sem capacidade interventiva, a dor e o desconforto ganham um novo sentido e toda a vivência renasce a um outro nível. O exercício do poder nos limites do sadismo produz uma experiência de dor agradável que frequentemente antecede um estado de consciência alterado em que a mente se separa do processo e flutua num espaço de bem estar. E a dor já não é dor mas sim prazer puro.

As cordas libertam.

Procurar o prazer da Mulher submissa implica adicionar dor e sofrimento à restrição através das cordas. Esse é para Mim o verdadeiro sentido.

O Shibari liberta-Me.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012


Because I really care. Always and everywhere.
Over the North Atlantic.